Faz-me sentido. Demasiado sentido até. Parecendo que não, sei que estou à janela. Espreito e vejo lá fora a vida correndo nos passos apressados das pessoas. Têm um objectivo, dirigem-se ao destino querendo lá chegar sem demoras. Invejo-os. Porque já fui assim mas agora sento-me atrás das grades à espera da liberdade.